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O que é a Semana do Meio Ambiente?
São cinco dias de atividades que a Fatma promove a cada ano para lembrar a importância de preservar a natureza. As crianças e suas famílias têm programação especial no evento, com teatro, oficinas, brincadeiras e diversas outras atrações que vão ensinar sobre como cuidar bem do meio ambiente. Estamos trabalhando para proteger a fauna e flora do nosso Estado, e queremos mostrar que todos podem ajudar nessa missão.
  • É o órgão que cuida da preservação dos recursos naturais do nosso Estado.
  • Somos responsáveis por tudo o que envolve o meio ambiente em Santa Catarina.
  • Cuidamos para que a natureza seja pesquisada e preservada.
  • Trabalhamos na fiscalização de florestas, animais selvagens e mananciais de água.
  • Garantimos que a construção de estradas, usinas e condomínios siga as leis ambientais do país, do Estado e da cidade.
  • Pesquisamos as praias de todo o litoral para saber se a água é própria para banho ou está poluída.
  • Lutamos para que Santa Catarina possa crescer de forma sustentável.
  • Nosso objetivo é plantar a semente da consciência e do respeito à natureza, porque é dela que dependem os frutos que as próximas gerações irão colher.
  • Economize água e energia elétrica.
  • Apague a luz ao sair e nunca deixe a torneira ligada se não estiver usando.
  • Ajude seus pais a escolher produtos com embalagem reciclada no supermercado.
  • Colabore na separação do lixo reciclável em casa!
  • Você sabia que potinhos de iogurte, caixas de leite e embalagens de margarina podem virar outros objetos?
  • Sua família pode reduzir a quantidade de lixo em casa. Basta comprar apenas o necessário e evitar o desperdício.
  • Proteja a vegetação
  • Sempre que puder, plante uma árvore nativa!
A Semana do Meio Ambiente é uma oportunidade para que o educador mostre a seus alunos a importância de usar nossos recursos naturais com sabedoria e preservar a biodiversidade. É fundamental que as crianças saibam que cada um de nós é parte do meio ambiente, e que nossas atitudes influenciam no equilíbrio da natureza, assim como a boa saúde da terra, da água e do ar ao nosso redor beneficia a todos. Trabalhamos para garantir a conservação dos ecossistemas de Santa Catarina para as futuras gerações, e queremos contribuir no processo de aprendizagem dos educadores de amanhã. Pensando nisso, a cada ano promovemos uma série de atividades educativas em um espaço especial, onde as crianças aprendem brincando e os professores podem conhecer melhor o trabalho da Fatma, como é feita a gestão das Unidades de Conservação do nosso Estado e tudo o que elas protegem.

Venha nos visitar de 5 a 8 de junho na Praça da Alfândega. Esperamos a sua turma!
Vamos Jogar!?


Tempo: Tentativas:
Saiba mais no Mapa Interativo

Parque Estadual da Serra do Tabuleiro

Você sabia que fica aqui em Santa Catarina um dos lugares mais importantes em biodiversidade do mundo? É o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, a maior Unidade de Conservação do Estado. Sua área tem quase 90 mil hectares - o equivalente a 90 mil campos de futebol – e abrange partes de Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São Bonifácio, São Martinho, Imaruí, Paulo Lopes e Garopaba. Os rios e córregos que passam por esse território levam água para um milhão de pessoas.

Esse lindo lugar também abriga quase todos os tipos de vegetação existentes em Santa Catarina. Na flora podemos encontrar araçás, aroeiras, bromélias, orquídeas e palmitos. Entre os animais que vivem no parque estão capivaras, tartarugas, jacarés-do-papo-amarelo, macacos-prego, emas, antas, jaguatiricas, jaguares, ratões-do-banhado, cachorros-do-mato, quatis, bugios-ruivos, corujas buraqueiras e diversas aves. Já a parte litorânea do parque é visitada pelas baleias francas, que vêm da Antártida procurando águas mais quentes para terem seus filhotes.
  • Anta

    Nome científico: Tapirus terrestris

    Mamífero que vive na América do Sul, principalmente em florestas perto de cursos d'água. Pode pesar até 300 kg e medir 1,08 m de altura. Possui uma espécie de tromba que usa para coletar alimento. Se alimenta de frutos e tem um papel importante na disseminação de sementes. Seus predadores são grandes felinos, como a onça-pintada e a suçuarana, além do homem.Já desapareceu em alguns de seus antigos habitats devido à caça predatória. Pode ser encontrada no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Capivara

    Nome científico: Hydrochoerus hydrochaeris

    Encontrada em certas áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara é o maior roedor do mundo. Alimenta-se de capins e ervas. É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Nas décadas de 1960 e 1970, as capivaras foram caçadas comercialmente no Brasil. Pode ser encontrada no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e no Parque Estadual Acaraí.
  • Coruja-buraqueira

    Nome científico: Athene cunicularia

    Recebeu esse nome por viver em buracos cavados no solo. Embora seja capaz de cavar seu próprio buraco, prefere os buracos abandonados de outros animais. Ocorre quase todo o Brasil, com exceção da Amazônia. Chegam a medir 27 centímetros de comprimento e pesar de 170 a 214 gramas. A fêmea coloca geralmente de seis a doze ovos. Costumam viver em campos, pastos, restingas, desertos, planícies, praias e aeroportos. Enxergam cem vezes mais que o ser humano e também tem uma ótima audição. Para observar alguma coisa ao seu lado, gira o pescoço em um ângulo de até 270 graus, aumentando assim o seu campo visual. Pode ser encontrada nos parques estaduais da Serra do Tabuleiro e Acaraí.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Ema

    Nome científico: Rhea americana

    Apesar de possuir grandes asas, não voa. Usa as asas para se equilibrar e mudar de direção na corrida. A ema é a maior e mais pesada ave do continente americano. Um macho adulto pode atingir 1,70 m de comprimento e pesar até 36 kg. A envergadura pode atingir 1,50 m de comprimento. Sua alimentação constitui-se de sementes, folhas, frutos, insetos, moluscos, lagartixas e rãs, entre outros. Tem duas peculiaridades alimentares: Caça moscas perto de carne em putrefação e ingere pedras para facilitar na trituração do alimento. Nessa espécie, é o macho quem constrói o ninho e cuida dos filhotes até que atinjam a maturidade. Cada fêmea é capaz de pôr de dez a 30 ovos, que pesam em média 600 gramas. Pode ser encontrada no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii
    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus
    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Jacaré-de-papo-amarelo

    Nome científico: Caiman latirostris

    A espécie habita as florestas tropicais, preferindo áreas de baixada, em lagoas, lagos e rios. É um animal carnívoro que vive aproximadamente 50 anos. São conhecidos por este nome porque, durante a fase do acasalamento, costumam ficar com a área do papo amarelada. Medem entre 1,5m e 2,5m, mas já foram capturados para pesquisa exemplares com mais de 3,9 m. Estes animais costumam se alimentar de crustáceos e pequenos mamíferos, mas podem atacar presas maiores. A reprodução ocorre na terra ou em charcos. A fêmea coloca em média 25 ovos num ninho construído entre a vegetação, próximo à água, e os cobre com folhas secas e areia. Após a postura, nunca se afasta dos ovos, pois podem ser encontrados por animais como o quati e o guaxinim. Quando nascem, após cerca de 75 dias, os filhotes se dirigem rapidamente para a água, fugindo de predadores como gaviões e outras aves. A espécie está ameaçada de extinção devido à caça e à destruição de seu habitat. Em Santa Catarina pode ser encontrado no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.
  • Macaco-prego

    Nome científico: Cebus apella

    Como a maioria dos primatas, o macaco-prego é inteligente e muito ativo. Atinge no máximo 60 cm de comprimento e pesam cerca de 3,5 kg. Essa espécie é encontrada na América do Sul, principalmente nas florestas tropicais. Muito ágeis, os macacos-prego vivem no topo das árvores, onde passam a maior parte do tempo. Normalmente só descem ao chão para beber água. Vivem em bandos compostos por até 30 indivíduos, que se comunicam através de assobios, gritos e chiados, e se reconhecem pelo cheiro. Pode chegar aos 40 anos de vida.
    Os macacos-prego têm hábitos diurnos e uma alimentação variada, composta principalmente por frutas, sementes, ovos, pequenos vertebrados, aranhas e uma grande variedade de insetos. Muito hábil, utiliza pedras para quebrar frutas de casca dura (como cocos e nozes), e usa galhos ou para coçar as costas e alcançar alimentos.
    A gestação da fêmea dura seis meses, sendo nasce apenas um filhote, com peso aproximado de 260g. Devido à destruição de seu habitat natural, assim como ao tráfico desse animal, o macaco-prego é considerado um animal ameaçado de extinção.
    Pode ser encontrado nos parques estaduais da Serra do Tabuleiro, Acaraí e Rio Vermelho.
  • Puma

    Nome científico: Puma concolor

    Também conhecido pelos nomes populares suçuarana, puma, onça-parda, leão-baio e leão-da-montanha é um mamífero nativo das Américas. Este felino grande e solitário tem a maior área de distribuição entre todos os grandes mamíferos terrestres do hemisfério ocidental, sendo encontrado desde o Yukon, no Canadá aos Andes meridionais.É o segundo felino mais pesado das Américas, depois da onça-pintada. Um hábil predador de espera e emboscada, o puma tem uma lista variada de caça que vai de grandes mamíferos como veados e carneiros a espécies pequenas como roedores. Prefere habitat com vegetação rasteira densa e áreas rochosas adequadas às emboscadas, mas também pode viver em áreas abertas. Pode ser encontrada nos parques estaduais da Serra do Tabuleiro e Sassafrás.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • A drosera é um género botânico pertencente a uma família que compreende várias plantas, em sua maioria carnívoras. Caracterizam-se por apresentar folhas dispostas em forma de roseta. Possuem folhas cobertas por pêlos que produzem uma substância pegajosa, a mucilagem. Ao pousar na folha da planta, o animal fica grudado a essas gotas. Quanto mais ele se debate para escapar, mais grudado ele fica. Depois da captura, a planta começa a produzir enzimas digestivas que tratarão de digerir o inseto ou pequeno animal.
  • Palmiteiro

    A içara, também chamada juçara, jiçara, palmito-juçara1 , palmito-doce, palmiteiro e ripeira, é uma palmeira nativa da Mata Atlântica. A exploração descontrolada em função de seu fruto, o palmito, e suas fibras levou a espécie ao perigo de extinção. Ocorre no interior da floresta ombrófila densa da Mata Atlântica, nos Estados brasileiros de Alagoas, Bahía, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Sergipe, Santa Catarina e São Paulo.

Reserva Biológica Estadual do Sassafrás

A reserva foi criada para proteger o sassafrás, uma árvore ameaçada de extinção. Está localizada nos municípios de Doutor Pedrinho e Benedito Novo. Situada na porção norte do Alto Vale do rio Itajaí-Açu, protege várias nascentes que integram a bacia hidrográfica desse rio. Lá se encontram árvores como imbuia, cedro, peroba, alguns exemplares de araucária, erva-mate e xaxim. São 46 espécies de mamíferos registradas, algumas ameaçadas, como jaguatirica, gato-do-mato-pequeno, gato-maracajá, puma e veado-bororó. Entre as aves, 336 espécies foram identificadas, como macuco, bacurau-rabo-de-seda e papagaio-de-peito-roxo.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii
    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus
    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Puma

    Nome científico: Puma concolor

    Também conhecido pelos nomes populares suçuarana, puma, onça-parda, leão-baio e leão-da-montanha é um mamífero nativo das Américas. Este felino grande e solitário tem a maior área de distribuição entre todos os grandes mamíferos terrestres do hemisfério ocidental, sendo encontrado desde o Yukon, no Canadá aos Andes meridionais.É o segundo felino mais pesado das Américas, depois da onça-pintada. Um hábil predador de espera e emboscada, o puma tem uma lista variada de caça que vai de grandes mamíferos como veados e carneiros a espécies pequenas como roedores. Prefere habitat com vegetação rasteira densa e áreas rochosas adequadas às emboscadas, mas também pode viver em áreas abertas. Pode ser encontrada nos parques estaduais da Serra do Tabuleiro e Sassafrás.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Papagaio-de-peito-roxo

    Nome científico: Amazona vinacea

    É uma espécie de papagaio que ocorre no Sul e Sudeste do Brasil e em pequenos trechos no Paraguai e na Argentina. Chega a medir até 30 cm de comprimento. É endêmica da Mata Atlântica, habitando originalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul. Seu habitat varia da floresta úmida tropical e subtropical e mata de pinhais às beiras dos campos, do Cerrado e do Pantanal. É classificada oficialmente como espécie em perigo devido à caça predatória e à destruição do seu habitat. É uma das presas mais cobiçadas no contrabando de animais silvestres. No Brasil, é, atualmente, mais encontrada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com várias populações de mais de cem indivíduos. O papagaio-de-peito-roxo em uma grande área depende muito dos pinhões da araucária para se alimentar e o rápido declínio da população desta árvore também ameaça esse animal. Noo Estado, pode ser encontrado nos parques estaduais Sassafrás, Acaraí e Araucárias.
  • O sassafrás, também conhecido como canela-sassafrás, casca cheirosa ou sassafrás-amarelo ocorre na Mata Atlântica nos Estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. É uma das espécies ameaçadas de extinção no Brasil. Foi explorada ao extremo porque dela pode ser extraído um óleo de grande importância para as indústrias química, alimentícia e farmacêutica. Em Santa Catarina, centenas de milhares de árvores foram abatidas e transformadas em óleo entre os anos de 1940 e 1980. A maioria da produção era exportada.
  • É uma das espécies vegetais mais antigas do planeta, contemporânea dos dinossauros. Xaxim é o nome vulgar de uma grande samambaia (Samambaia-açu), que pode alcançar dez metros de altura, como uma palmeira, mas leva 100 anos para crescer um metro. No passado era abundante na Serra do Mar, do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul, habitando os locais bem úmidos. Hoje integra a lista oficial das espécies brasileiras ameaçadas de extinção do Ibama devido a sua intensa exploração comercial destinada à jardinagem e floricultura. De seu tronco se extraía a matéria-prima para a fabricação de vasos e substratos. Hoje a extração é proibida por lei.

Parque Estadual da Serra Furada

Recebeu este nome por causa de um furo esculpido pelo vento ao longo dos anos em uma grande rocha, que é o ponto mais conhecido dessa Unidade de Conservação. O parque fica no Sul do Estado, e abrange os municípios de Orleans e Grão-Pará. A vegetação predominante é a Floresta Atlântica, cortada por diversos córregos e nascentes. A área está ligada ao Parque Nacional de São Joaquim, formando um corredor ecológico que permite contato entre a fauna e a flora da região. É importante ressaltar a ocorrência de duas espécies em extinção, a araucária e o xaxim. Quanto à fauna, foram identificadas 174 espécies de aves, dez espécies de mamíferos, 23 espécies de anfíbios, 14 espécies de répteis e 12 espécies de peixes.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii
    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus
    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Espécie de planta nativa da floresta Ombrófila Mista da Mata Atlântica, esse arbusto de casca aromática é procuradO pelas antas quando estão doentes, daí a razão de seu nome. A árvore de até 25 metros é nativa do Brasil. Seus frutos suculentos também são muito procurados por pássaros. A casca-de-anta também é muito conhecida pelo seu aroma característico por ser rica em óleos essenciais e que também apresenta propriedades medicinais tais como atividade antifúngica, antinoniceptiva, antibacteriana e antioxidante.

Parque Estadual das Araucárias

Uma porção importante da Floresta de Araucária de Santa Catarina está protegida dentro desse parque, muito importante para o Estado porque preserva essa vegetação extremamente ameaçada de extinção. A área está localizada entre os município de São Domingos e Galvão, no Oeste catarinense. Além da araucária, essa Unidade de Conservação abriga outra espécie vegetal ameaçada, o xaxim. Há mais de 200 espécies catalogadas de aves, algumas ameaçadas de extinção, como o macuco, o papagaio-de-peito-roxo e o gavião-de-rabo-branco. Além disso, mais de 50 espécies de mamíferos podem ser encontradas lá, como tamanduá, mico, graxaim, gato-do-mato-pequeno, jaguatirica e quati. A região também é habitada por uma grande quantidade de anfíbios e répteis.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii

    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato



    Nome científico: Leopardus tigrinus
    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Papagaio-de-peito-roxo

    Nome científico: Amazona vinacea

    É uma espécie de papagaio que ocorre no Sul e Sudeste do Brasil e em pequenos trechos no Paraguai e na Argentina. Chega a medir até 30 cm de comprimento. É endêmica da Mata Atlântica, habitando originalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul. Seu habitat varia da floresta úmida tropical e subtropical e mata de pinhais às beiras dos campos, do Cerrado e do Pantanal. É classificada oficialmente como espécie em perigo devido à caça predatória e à destruição do seu habitat. É uma das presas mais cobiçadas no contrabando de animais silvestres. No Brasil, é, atualmente, mais encontrada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com várias populações de mais de cem indivíduos. O papagaio-de-peito-roxo em uma grande área depende muito dos pinhões da araucária para se alimentar e o rápido declínio da população desta árvore também ameaça esse animal. Noo Estado, pode ser encontrado nos parques estaduais Sassafrás, Acaraí e Araucárias.
  • Cobra-coral

    Nome científico: Micrurus corallinus

    As corais são serpentes de pequeno porte, facilmente reconhecidas por seu colorido vivo. Existem na América do Sul, América Central e Sul dos Estados Unidos. São também conhecidas pelos nomes cobra-coral-venenosa, coral-venenosa, coral-verdadeira, ibiboca e ibioca. Seu veneno é muito mais tóxico do que o da jararaca ilhoa, a segunda serpente mais venenosa do Brasil. As corais não apresentam o comportamento de ataque como, por exemplo, das cascavéis. Elas não picam, mas mordem a caça para inocular a peçonha. A coral-verdadeira geralmente é identificada pela posição das presas ou pela quantidade e delineamento dos seus anéis. As peçonhentas de forma geral possuem um ou três destes anéis completos em volta do corpo e as não-peçonhentas os possuem apenas na parte dorsal. A coral tem hábito noturno e vive sob folhas, galhos, pedras, buracos ou dentro de troncos em decomposição.
  • Veado-virá

    Nome científico: Mazama simplicornis

    Também chamado veado-catingueiro, virá, virote, guaçutinga e guaçubirá, é uma espécie de veado encontrado do Panamá ao Uruguai. Esses animais são semelhantes aos veados-mateiros, mas são um pouco menores e de pelagem marrom-acinzentada. Na natureza costumam andar em lugares abertos e dentro da mata. São muito rápidos e podem desenvolver boa velocidade quando perseguidos. Se necessário, atiram-se na água e nadam muito bem. Os machos apresentam dois chifres curtos e simples que são substituídos anualmente. Alimentam-se de brotos, folhas novas ou maduras, flores, frutos e sementes, além de fungos macroscópicos. O veado-virá encontra-se ameaçado de extinção principalmente devido à caça, ao desmatamento e à expansão agrícola.
  • Porco-do-mato-grande

    Nome científico: Tayassu pecari

    Também conhecido por Queixada por causa do seu costume de bater fortemente o queixo quando acuado, esse animal tem uma dieta composta por raízes, sementes e frutos, mas também se alimenta de invertebrados, pequenos vertebrados, fungos e carniça. De hábitos diurnos e terrestres, é encontrado desde o Sul do México até o Nordeste da Argentina. Possui cerca de um metro de comprimento e pelagem negra com o queixo branco. Vive em bandos que chegam a somar mais de trezentos indivíduos. Os queixadas atacam de forma agressiva qualquer inimigo, se acuados e, quando um deles está ferido, é normal todo o bando se volta para defendê-lo. Há relatos de onças e até mesmo, porém mais raramente, de humanos que foram mortos por bandos de queixadas furiosos.
  • ARAUCÁRIA

    Nome científico: Araucaria angustifolia

    É a espécie arbórea dominante da floresta ombrófila mista, ocorrendo em maior parte na região Sul do Brasil, bem como no leste e sul do estado de São Paulo, extremo sul do estado de Minas Gerais, e em pequenos trechos da Argentina e Paraguai.
    Sua origem remonta a mais de 200 milhões de anos. Essa árvore pode atingir 50 metros de altura, com um diâmetro de tronco à altura do peito de 2,5 m. Sua forma é única na paisagem brasileira, parecendo uma taça.
    A partir do século 19 foi intensamente explorada por seu alto valor econômico, dando madeira utilíssima e sementes nutritivas - o pinhão -, e hoje seu território está reduzido a uma fração mínima, o que segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais coloca a araucária em perigo de extinção.

Reserva Biológica Estadual do Aguaí

O nome Aguaí homenageia uma árvore característica da Floresta Atlântica. Com uma linda paisagem recortada por cânions e montanhas, essa reserva abrange os municípios de Morro Grande, Nova Veneza, Siderópolis e Treviso, no Sul do Estado. A área serve de abrigo para animais como onças, macucos, jacus, jacutingas, porcos-do-mato, pacas, tatus, cotias, serpentes e muitos outros animais. Lá fazemos um trabalho de pesquisa e educação ambiental chamado Felinos do Aguaí. Dentro da reserva nascem os rios que desaguam no rio Araranguá. A preservação dessas nascentes é muito importante, porque delas depende o abastecimento de água da região.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii

    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus

    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Saíra-de-sete-cores

    Nome científico: Tangara seledon

    Também conhecida como Saíra-de-bando, essa ave de linda coloração mede cerca de 13,5 cm de comprimento e pesa 18g.  Se alimenta de frutas, gosta muito dos frutos das palmeiras, de goiaba, mamão, ameixa e caju. Também come insetos. Costuma frequentar comedouros com frutas. A fêmea faz um ninho tipo tigela, onde põe geralmente de dois a quatro ovos, tendo de duas a três ninhadas por estação. Os filhotes nascem após 15 dias. Pode ser encontrada em todos os estratos da floresta atlântica e nas matas baixas do litoral. É uma espécie bastante comum no Sudeste brasileiro. Ocorre da Bahia ao Rio Grande do Sul.
  • Tucano

    Nome científico: Ramphastos toco

    São as aves da família Ramphastidae que vivem nas florestas da América Central e América do Sul. O termo é de origem tupi.Possuem um bico grande e oco. Seu sistema digestivo é extremamente curto, o que explica sua base alimentar, já que as frutas são facilmente digeridas e absorvidas. Além de comerem frutos, necessitam de proteínas, que conseguem caçando alguns insetos, pequenas presas como lagartos e pererecas e mesmo ovos de outras aves. Possuem dois dedos direcionados para frente e dois para trás, típicos de animais que trepam em árvores. A fêmea e o macho trabalham no ninho, que é construído em ocos de árvores. A fêmea choca e o macho alimenta o casal. Fazem postura de três a quatro ovos. É uma espécie ameaçada de extinção. Tem sido capturado e traficado para ser vendido em lojas de animais no Brasil e para outros países. Pode ser encontrado no Parque Estadual Acaraí e na Reserva Biológica do Aguaí.
  • Aguaí é o nome de uma árvore que está presente na Floresta Atlântica, e na reserva estadual domina principalmente o extrato arbóreo das encostas íngremes da Serra Geral. Seus frutos são consumidos pelos pássaros. Essa planta pode ter uma altura de três a sete metros. Sua distribuição geográfica é ampla, presente no Brasil desde o Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul e também Uruguai, Paraguai e Argentina. Essa árvore cresce apenas às margens dos rios, em áreas periodicamente alagadas.

Parque Estadual Acaraí

Abriga uma grande diversidade de ambientes, com ilhas, praias, dunas, rios, lagoa, mangues e Floresta Atlântica. O parque fica na Ilha de São Francisco, no Norte do Estado, e abrange também o Arquipélago dos Tamboretes. As águas desse local são responsáveis pelo abrigo, reprodução e alimentação de várias espécies aquáticas. Peixes, répteis, anfíbios, moluscos, insetos e crustáceos habitam a região. Entre as aves destacam-se fragatas, gaivotas, gaviões, garças, corujas, beija-flores, martins-pescadores, tucanos, papagaios e pica-paus. Mamíferos como jaguatiricas, tatus, capivaras, pacas, cotias, lontras, tamanduás, quatis, gambás, macacos e mãos-peladas também encontram abrigo nessa Unidade de Conservação.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii

    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus

    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Tucano

    Nome científico: Ramphastos toco

    São as aves da família Ramphastidae que vivem nas florestas da América Central e América do Sul. O termo é de origem tupi.Possuem um bico grande e oco. Seu sistema digestivo é extremamente curto, o que explica sua base alimentar, já que as frutas são facilmente digeridas e absorvidas. Além de comerem frutos, necessitam de proteínas, que conseguem caçando alguns insetos, pequenas presas como lagartos e pererecas e mesmo ovos de outras aves. Possuem dois dedos direcionados para frente e dois para trás, típicos de animais que trepam em árvores. A fêmea e o macho trabalham no ninho, que é construído em ocos de árvores. A fêmea choca e o macho alimenta o casal. Fazem postura de três a quatro ovos. É uma espécie ameaçada de extinção. Tem sido capturado e traficado para ser vendido em lojas de animais no Brasil e para outros países. Pode ser encontrado no Parque Estadual Acaraí e na Reserva Biológica do Aguaí.
  • Macaco-prego

    Nome científico: Cebus apella

    Como a maioria dos primatas, o macaco-prego é inteligente e muito ativo. Atinge no máximo 60 cm de comprimento e pesam cerca de 3,5 kg. Essa espécie é encontrada na América do Sul, principalmente nas florestas tropicais. Muito ágeis, os macacos-prego vivem no topo das árvores, onde passam a maior parte do tempo. Normalmente só descem ao chão para beber água. Vivem em bandos compostos por até 30 indivíduos, que se comunicam através de assobios, gritos e chiados, e se reconhecem pelo cheiro. Pode chegar aos 40 anos de vida.
    Os macacos-prego têm hábitos diurnos e uma alimentação variada, composta principalmente por frutas, sementes, ovos, pequenos vertebrados, aranhas e uma grande variedade de insetos. Muito hábil, utiliza pedras para quebrar frutas de casca dura (como cocos e nozes), e usa galhos ou para coçar as costas e alcançar alimentos.
    A gestação da fêmea dura seis meses, sendo nasce apenas um filhote, com peso aproximado de 260g. Devido à destruição de seu habitat natural, assim como ao tráfico desse animal, o macaco-prego é considerado um animal ameaçado de extinção.
    Pode ser encontrado nos parques estaduais da Serra do Tabuleiro, Acaraí e Rio Vermelho.
  • Papagaio-de-peito-roxo

    Nome científico: Amazona vinacea

    É uma espécie de papagaio que ocorre no Sul e Sudeste do Brasil e em pequenos trechos no Paraguai e na Argentina. Chega a medir até 30 cm de comprimento. É endêmica da Mata Atlântica, habitando originalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul. Seu habitat varia da floresta úmida tropical e subtropical e mata de pinhais às beiras dos campos, do Cerrado e do Pantanal. É classificada oficialmente como espécie em perigo devido à caça predatória e à destruição do seu habitat. É uma das presas mais cobiçadas no contrabando de animais silvestres. No Brasil, é, atualmente, mais encontrada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com várias populações de mais de cem indivíduos. O papagaio-de-peito-roxo em uma grande área depende muito dos pinhões da araucária para se alimentar e o rápido declínio da população desta árvore também ameaça esse animal. Noo Estado, pode ser encontrado nos parques estaduais Sassafrás, Acaraí e Araucárias.
  • Capivara

    Nome científico: Hydrochoerus hydrochaeris

    Encontrada em certas áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara é o maior roedor do mundo. Alimenta-se de capins e ervas. É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Nas décadas de 1960 e 1970, as capivaras foram caçadas comercialmente no Brasil. Pode ser encontrada no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e no Parque Estadual Acaraí.
  • Coruja-buraqueira

    Nome científico: Athene cunicularia

    Recebeu esse nome por viver em buracos cavados no solo. Embora seja capaz de cavar seu próprio buraco, prefere os buracos abandonados de outros animais. Ocorre quase todo o Brasil, com exceção da Amazônia. Chegam a medir 27 centímetros de comprimento e pesar de 170 a 214 gramas. A fêmea coloca geralmente de seis a doze ovos. Costumam viver em campos, pastos, restingas, desertos, planícies, praias e aeroportos. Enxergam cem vezes mais que o ser humano e também tem uma ótima audição. Para observar alguma coisa ao seu lado, gira o pescoço em um ângulo de até 270 graus, aumentando assim o seu campo visual. Pode ser encontrada nos parques estaduais da Serra do Tabuleiro e Acaraí.
  • Tamanduá-mirim

    Nome científico: Tamandua tetradactyla

    Uma das quatro espécies de tamanduás que existem, esse mamífero pode ser encontrado da Venezuela ao Sul do Brasil, principalmente em florestas . Chega a medir 1,05 metros de comprimento. É reconhecido principalmente por um padrão de pelagem que faz com que pareça que ele usa um colete preto. Possui longas garras nas patas anteriores, não tem dentes e sua língua tem até 40 cm de comprimento. São animais solitários, de hábitos que podem ser tanto diurnos quanto noturnos. O tamanduá-mirim se alimenta preferencialmente de formigas e cupins. Seus predadores incluem felinos de grande e médio porte, como a onça-pintada, a suçuarana e a jaguatirica. Os filhotes são carregados nas costas da mãe, até que se tornem independentes. Sua extinção está listada pela Unesco como pouco preocupante, mas já ocorreram extinções locais.
  • Bromélia

    No Brasil, existem mais de três mil espécies dessa planta, com cores, formatos e tamanhos diferentes. Nos parques e reservas de Santa Catarina podem ser encontradas em quase todos. Muitos não sabem, mas o abacaxi também é uma espécie de bromélia. São epífitas, ou seja apóiam-se em outro vegetal para obter mais luz e ventilação. Há espécies que crescem sobre as pedras, sendo terrestres e rupícolas, adaptáveis e resistentes para sobreviver em vários ambientes. São plantas tropicais, portanto se adaptam melhor em temperaturas mais elevadas. Porém, são alvo fácil de pragas e fungos. Florescem uma vez somente, em todo o seu ciclo de vida, e após a floração a planta lança um broto paralelo que a substituirá após sua morte.

Parque Estadual Fritz Plaumann

O nome dessa Unidade de Conservação foi dado em homenagem a um cientista alemão que viveu naquela região. O parque está localizado no município de Concórdia, no Oeste catarinense. Uma amostra da floresta mais ameaçada de extinção no Estado, conhecida como Floresta do Rio Uruguai, fica bem guardada em 741 hectares. Lá, árvores típicas como canafístulas, grápia e anjico vermelho fornecem abrigo para animais nativos, como tamanduá-mirim, gato-do-mato, veado, cotia, jacu e serpentes como a jararaca-pintada e a caninana.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii

    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus

    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • A madeira proveniente de Grápia também recebe as de denominações de Garapa, Grapiapunha, Grapiá, Amarelinho, Gema-de-ovo e Garapeira. A árvore tem entre 25 e 30 metros de altura e diâmetro de 60 a 100 centímetros. Seu tronco possui uma casca fina, dura, de cor pardo-amarelada, que se desprende em placas rígidas. A espécie ocorre nas matas pluviais do sul da Bahia e norte do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul, Argentina e Paraguai. Na região Amazônica verifica-se a presença de uma variedade dessa espécie, que é denominada de Muiraluba ou Barajuba.

Parque Estadual do Rio Canoas

Boa parte das riquezas naturais de Santa Catarina está abrigada nessa área, localizada em Campos Novos. Além de proteger a Floresta da Araucária, a área também serve de abrigo para o xaxim e animais como urubu-rei, pica-pau, gato-do-mato e alguns veados. A paisagem é formada por paredões rochosos e cânions onde nascem araucárias, samambaias e até cactus.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii

    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus

    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Joá-vermelho

    Essa planta também é conhecida em outros lugares do Brasil como arrebenta-boi, arrebenta-cavalo, baba, babá, baga-de-espinho, gogoia, melancia-da-praia, juá-ti, juá-vermelho, mata-cavalo e mingola. É uma espécie encontrada principalmente nas regiões litorâneas da costa Atlântica da América do Sul. Ocorre em ambientes alterados e também nas bordas das matas próximas à água. É um arbusto pequeno que floresce e frutifica, principalmente, na primavera e verão, mas pode ser encontrado florido durante quase todo o ano.

Reserva Biológica Estadual da Canela Preta

Protege uma grande quantidade de exemplares de canela-preta, árvore que está na lista das espécies ameaçadas de extinção. A vegetação predominante na reserva é a Floresta Atlântica, e há também exemplares de palmiteiro, sassafrás e peroba. Está localizada no topo da serra de Tijucas, entre os municípios de Nova Trento e Botuverá. As principais espécies da fauna encontrada lá são bugio, jacu, porco-do-mato, paca, cotia, quati, tatu, macuco e araponga.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii

    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus

    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Papagaio-de-peito-roxo

    Nome científico: Amazona vinacea

    É uma espécie de papagaio que ocorre no Sul e Sudeste do Brasil e em pequenos trechos no Paraguai e na Argentina. Chega a medir até 30 cm de comprimento. É endêmica da Mata Atlântica, habitando originalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul. Seu habitat varia da floresta úmida tropical e subtropical e mata de pinhais às beiras dos campos, do Cerrado e do Pantanal. É classificada oficialmente como espécie em perigo devido à caça predatória e à destruição do seu habitat. É uma das presas mais cobiçadas no contrabando de animais silvestres. No Brasil, é, atualmente, mais encontrada no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com várias populações de mais de cem indivíduos. O papagaio-de-peito-roxo em uma grande área depende muito dos pinhões da araucária para se alimentar e o rápido declínio da população desta árvore também ameaça esse animal. Noo Estado, pode ser encontrado nos parques estaduais Sassafrás, Acaraí e Araucárias.
  • Canela-preta

    É uma espécie da flora brasileira ameaçada de extinção do ecossistema da Mata Atlântica. Em Santa Catarina, a canela-preta chega a representar até um terço do volume em madeira em matas primárias na floresta pluvial atlântica. Devido à qualidade e utilidade de sua madeira, foi abusivamente explorada no Estado. Pesquisadores atribuem à sua casca propriedades medicinais. Estima-se que plantas com diâmetros de aproximadamente um metro possam alcançar idades superiores a 300 anos, uma vez que esta espécie tem crescimento muito lento na mata.

Parque Estadual do Rio Vermelho

Localizado em Florianópolis, o parque protege espécies remanescentes de Floresta Atlântica e restinga. Assim como o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, foi declarado Unesco como Zona Núcleo da Reserva da Biosfera, ou seja, tem a função de proteger a biodiversidade. Foram registradas na área 72 espécies botânicas, 106 espécies de aves silvestres e 15 espécies de répteis, sendo um deles o lagartinho-da-praia, um animal raro e ameaçado de extinção que vive somente nas dunas dos litorais catarinense e gaúcho. Existem atualmente 25 espécies de mamíferos na Ilha, e há possibilidade de que praticamente todas sejam encontradas no Parque Estadual do Rio Vermelho, entre elas gambá, cachorro-do-mato e macaco-prego.
  • Beija-flor-cinza

    Nome científico: Aphantochroa cirrochloris

    Mede cerca de 12 centímetros e possui o corpo cinza-esverdeado. Alimenta-se de néctar das flores e insetos. O beija-flor cinza fêmea concentra todo o trabalho na época da reprodução, pois monta o ninho, choca e cuida dos filhotes sozinha. A fêmea bota dois ovos por vez. Num tempo médio de quatro semanas, os filhotes estão prontos para deixar o ninho.Podem Viver solitários ou em pares. Habitam em florestas tropicais e sub tropicais úmidas de baixa altitude. Pode ser visto em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Cutia 

    Nome científico: Dasyprocta aguti

    Esse pequeno mamífero roedor mede entre 49 e 64 centímetros. Tem hábitos diurnos e se alimenta de frutas, sementes e raízes. Cava galerias nas margens dos rios, no chão da floresta e principalmente nas raízes das árvores. Habita florestas, cerrados e caatingas. É terrestre e corre com grande rapidez entre a vegetação. Repousa sobre as patas traseiras e segura os alimentos com as patas da frente. A cutia tem população significante no Bioma Mata de Araucária, no sul do Brasil. É uma importante disseminador das sementes de araucária, o pinhão. Pode ser encontrada em todas as Unidades de Conservação do Estado. 
  • Falsa jararaca


    Nome científico: Xenodon neuwiedii

    Também conhecida como Boipeva ou Cobra-chata, esse réptil pode facilmente ser confundido com a Jararaca (Bothrops jararaca). As duas, assim como a caninana, podem ser encontradas nos parques e reservas ecológicas de Santa Catarina. Essa espécie mede geralmente em torno de 50 cm, mas já foram encontrados animais de dois metros de comprimento. Costuma ficar achatada e deformar sua cabeça em forma de triângulo quando ameaçada. Sua semelhança superficial de coloração e comportamento com a jararaca funciona como defesa contra seus predadores. Mas essa cobra não é peçonhenta, ou seja, é inofensiva ao homem. Alimenta-se exclusivamente de sapos, rãs e pererecas.
  • Gato-do-mato


    Nome científico: Leopardus tigrinus

    É o menor dos felinos silvestres brasileiros. Distingue-se da Jaguatirica pelo tamanho e pelas manchas em sua pelagem, que são parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo. Mede cerca de 50 centímetros. Alimenta-se de ratos, pássaros e insetos. Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente pretos. Uma fêmea dessa espécie que tenha pelagem pintada pode ter filhotes negros, ou até de outras cores. É um caçador de hábitos noturnos. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação de Santa Catarina.
  • Gavião

    É o nome popular dado a várias espécies de aves falconiformes. São geralmente identificadas pelo tamanho, de médio a pequeno porte, em relação a outras aves de rapina. Dotadas de asas curtas, são adaptadas à predação em espaços fechados. Se alimentam de insetos, reptéis, mamíferos, anfíbios e até outras aves de menor porte. Também vasculhaM estradas em busca de animais atropelados. Pratica a caça de espreita lançando-se sobre a presa de um galho, tronco, estaca ou mesmo de postes de iluminação. Pode ser encontrado em várias Unidades de Conservação do Estado.
  • Gralha-azul

    Nome científico: Cyanocorax caeruleus

    É uma ave com aproximadamente 40cm de comprimento, de coloração geral azul vivo e preta na cabeça, na parte frontal do pescoço e na superior do peito. Embora se diga que seu habitat é a floresta de araucária do sul do Brasil, por comer insetos, frutos e pequenos invertebrados, esta ave não tem dependência restrita dessas florestas e sua área de distribuição abrange desde o sul do Estado do Rio de Janeiro para o norte, até o Estado do Rio Grande do Sul, sendo frequente na Mata atlântica da Serra do Mar.
    As gralhas-azuis são aves muito inteligentes. Se comunicam usando pelo menos 14 tipo de gritos. As gralhas-azuis formam bandos de quatro a 15 indivíduos bem organizados. No período reprodutivo, todos colaboram na construção de ninhos nas partes mais altas das maiores árvores, preferencialmente na coroa central da araucária.
    A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar. Essa ave pode ser encontrada em diversos parques e reservas ecológicas do Estado.
  • Sanhaço-cinzento

    Nome científico: Thraupis sayaca

    É um pássaro nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai. O sanhaço-cinzento mede de 16,5 cm a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável, por isso a Unesco classifica a espécie como em condição pouco preocupante. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.  A fêmea põe até três ovos. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens deixam o ninho. 
  • Macaco-prego

    Nome científico: Cebus apella

    Como a maioria dos primatas, o macaco-prego é inteligente e muito ativo. Atinge no máximo 60 cm de comprimento e pesam cerca de 3,5 kg. Essa espécie é encontrada na América do Sul, principalmente nas florestas tropicais. Muito ágeis, os macacos-prego vivem no topo das árvores, onde passam a maior parte do tempo. Normalmente só descem ao chão para beber água. Vivem em bandos compostos por até 30 indivíduos, que se comunicam através de assobios, gritos e chiados, e se reconhecem pelo cheiro. Pode chegar aos 40 anos de vida.
    Os macacos-prego têm hábitos diurnos e uma alimentação variada, composta principalmente por frutas, sementes, ovos, pequenos vertebrados, aranhas e uma grande variedade de insetos. Muito hábil, utiliza pedras para quebrar frutas de casca dura (como cocos e nozes), e usa galhos ou para coçar as costas e alcançar alimentos.
    A gestação da fêmea dura seis meses, sendo nasce apenas um filhote, com peso aproximado de 260g. Devido à destruição de seu habitat natural, assim como ao tráfico desse animal, o macaco-prego é considerado um animal ameaçado de extinção.
    Pode ser encontrado nos parques estaduais da Serra do Tabuleiro, Acaraí e Rio Vermelho.
  • Bastante frequente nas áreas de restingas e dunas. A Ipomoea pes-caprae tem este nome na botânica, em latim, por suas folhas apresentarem a forma de V, lembrando a ponta de um pé de cabra. No Brasil, a subespécie brasiliensis, comum em todo o nosso litoral, é conhecida popularmente pelo nome de Salsa-de-Praia. Esta planta é muito resistente ao sal e mesmo quando as suas sementes são levadas por correntes marinhas para lugares muito distantes de sua origem, elas não sofrem nenhum dano e são capazes de germinar tão logo cheguem a um lugar propício.rém, são alvo fácil de pragas e fungos. Florescem uma vez somente, em todo o seu ciclo de vida, e após a floração a planta lança um broto paralelo que a substituirá após sua morte.

E Lembre-se!

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